Código Internacional de Bandeiras PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

 

 

 

Alfa

Bravo

Charlie

Delta

Conserve-se afastado de mim Levo carga perigosa Sim (Afirmativo) Estou a manobrar com dificuldade

Echo

Foxtrot

Golf

Hotel

Estou a guinar para estibordo Estou com avaria, comunique comigo Peço piloto Tenho piloto a bordo

Índia

Julliet

Kilo

Lima

Estou a guinar para bombordo Estou com incêndio a bordo, mantenha-se afastado Tenho uma comunicação a fazer Faça parar o seu navio

Mike

November

Oscar

Papa

O meu navio está parado Não (negativo) Homem ao mar Todas as pessoas devem embarcar

Quebec

Romeo

Sierra

Tango

Peço livre prática Sem significado Estou a fazer marcha a ré a toda a força Mantenha-se afastado

Uniform

Victor

Whiskey

X-ray

Vai sobre um perigo Peço assistência Peço assistência médica Pare as suas manobras

Yankee

Zulu

Galhardete 1

Galhardete 2

Estou a garrar Peço reboque Número um Número dois

Galhardete 3

Galhardete 4

Galhardete 5

Galhardete 6

Número três Número quatro Número cinco Número seis

Galhardete 7

Galhardete 8

Galhardete 9

Galhardete 0

Número sete Número oito Número nove Número zero

Galhardete de Reconhecimento

1ª Substituta 2ª Substituta 3ª Substituta
       

 

Utilizar uma "linguagem" compreensível e estendível por todos é fundamental para a segurança de quem anda no mar.
Até ao séc. XVI a sinalização entre navios era feita içando as velas para determinadas posições ou disparando canhões. Sabemos que Vasco da Gama sinalizava da seguinte forma. Um sinal de fogo era ordem de continuar, dois de virar, três içar a vela moneta (acrescento cosido na esteira dos papafigos ) e quatro para amainar.


Durante os séc.XVI e XVII parece que os Ingleses e Holandeses hasteavam uma bandeira vermelha sinalizando o início do combate e uma bandeira preta com o significado de cessar o combate.

Desde o princípio do séc. XVIII que vários códigos para navegantes têm vindo a ser publicados, como o do o almirante inglês Richard Howe em 1777. Um outro almirante inglês, Sir Home Popham, aperfeiçoou um alfabeto de bandeiras. Mas só em 1817 o código de sinais do comandante Frederick Marryat teve aceitação internacional, com bandeiras representando os números de 0 a 9, uma bandeira de "Rendez-vous" , outra "Telegráfica" , a "Union Jack" , quatro substitutas e uma "Numérica" . Cada sinal não tinha mais de 4 bandeiras o que prefazia quase 9000 sinais.

Outros códigos diferentes foram publicados como um Dinamarquês (Rhode), um Americano (Rogers/Larkins) e um Francês (Reynold).

De uma revisão em 1961 resultou o actual código, que tinha sido concebido em 1855 e publicado em Inglaterra em 1857, tendo sido editado pela última vez em 1988 pela IMO (International Maritime Organization).

O C.I.S. é composto por 26 bandeiras alfabéticas, 10 numéricas, 3 substitutas e um galhardete de código ou reconhecimento. Todas as bandeiras alfabéticas, exceptuando a letra "R", significam uma mensagem distinta. Podem-se combinar umas com as outras sendo lidas do topo para a base. As bandeiras estão concebidas de modo a ser reconhecidas mesmo estando parcialmente cobertas.

 

 

Adaptado da extinta Megapágina e do site da Associação Nacional de Cruzeiros